Domingo, 17/10/2010 às 08h52

Steve Jobs do Agreste: potiguar tem mais de 50 produtos Apple

Do primeiro Macintosh ao Macbook Pro, poucos foram os produtos da Apple que não passaram pelas mãos do gerente comercial José Alves.

Por Melina França

Foto: Elpídio Júnior


Do primeiro Macintosh ao Macbook Pro, poucos foram os produtos da Apple que não passaram pelas mãos do gerente comercial José Alves, que trabalha numa construtora local. Ao todo, sua coleção soma mais de 50 itens, o que lhe rendeu o apelido de “Steve Jobs do Agreste”. “Quando estive nos Estados Unidos, na Apple Store, cheguei a ficar angustiado: eu tinha quase tudo. Queria comprar alguma coisa e não sabia o que”, conta.


A coleção começou quando ele adquiriu um iBook G3 Blueberry, a primeira peça de muitas. Apesar da grande quantidade de produtos, ele indica seu primeiro iMac – lançamento de 2002, com tela LCD – como aquela de maior valor sentimental. Ainda sobre os equipamentos, o gerente comercial estima que a maior inovação da empresa tenha sido o iPod.



Foto: Elpídio Júnior



“Até 2001, as pessoas dispunham apenas de aparelhos chamados walkman ou discman para ouvir música em movimento, trocando os CDs que fossem colocados na máquina. Quando a Apple lançou o iPod, de repente havia um dispositivo que oferecia uma capacidade de armazenamento muito maior. Além disso, o iPod lhe permitia comprar somente as músicas do seu interesse ao invés do CD inteiro”, argumenta.


Apesar de inovador, tão logo o primeiro iPhone adquirido foi superado por outro lançamento, o antigo foi doado ao filho, de apenas um ano e oito meses. E o menino já sabe como utilizar o aparelho, é o que garante José Alves. O interesse pela tecnologia veio, provavelmente, do pai, que alega ter nascido já com interesse por tecnologia.


A paixão pela Apple veio somente mais tarde, após o encontro com um Macbook da empresa para a qual trabalha. A devoção foi tanta que José criou o grupo Apple Natal, que promove reuniões semanais para discutir acerca dos lançamentos da Maçã. “Agora, cheguei num nível que eu quero os produtos antes mesmo deles chegarem ao Brasil”, anuncia o gerente.

Foto: Elpídio Júnior



Além de viajar para os Estados Unidos duas vezes ao ano, ele ainda faz encomendas aos amigos do Apple Natal. Certa vez, fez o colega entrar na fila da Apple Store para garantir um exemplar do iPad, no lançamento, em 3 de maio. De acordo com ele, ainda assim, comprar no exterior não é tão vantajoso em questão de preço.


“Antes, sim, a diferença era enorme. Hoje, no entanto, o que se paga a mais é aproximadamente R$ 300. Isso, se você declarar os itens comprados lá fora, claro”, explica. Assim, tem crescido o número de usuários que estão optando pelos produtos Apple. O Brasil perde, no entanto, em relação aos lançamentos.


José mostra o Magic Trackpad, disponibilizado para o mercado norte-americano em setembro deste ano, e sem previsão para chegar ao Brasil. De acordo com o gerente comercial, se considerado o mercado do Nordeste, o atraso é ainda maior.

Foto: Elpídio Júnior




Entre as vantagens da Apple, José Alves elenca o design clean e, sobretudo, a estabilidade do sistema – que é menos suscetível a falhas e a vírus. O MAC OS é baseado no kernel Iunix, o que, de acordo com Alves, o torna mais seguro. Ele argumenta que, enquanto um cracker precisa de um dia para criar um vírus para Windows, é necessário quase uma semana para infectar um Apple. Além disso, dado o número expressivo de usuários Windows, um worm para seu sistema operacional atingiria maior quantidade de pessoas.


Quanto aqueles que dizem preferir produtos similares de outras marcas – como o Kindle em relação ao iPad – José Alves diz que “respeito, mas discordo”. Ele conta o caso da própria esposa, que reclamava que ele “gastava muito dinheiro com essa ‘maçã’”. Até que, tempos depois, ela testou um iPhone e – logo em seguida – admitiu que queria um Macbook.

Foto: Elpídio Júnior



“Hoje, na minha casa, não tem nenhum aparelho compatível com Windows”, admite. Dentre os aparelhos que mais usa, ele fala sobre o iPad e o iPhone. Conta, inclusive, o caso de um amigo que esqueceu seu iPad em um lavajato, em Recife. Chegando em Natal, ele localizou o item através do aplicativo “find my iPhone”, no iPhone deixado em casa.


Com este dispositivo, é possível enviar uma mensagem ao aparelho perdido pedindo para que ele seja devolvido, bloquear suas funções ou apagar todos os dados. Outra opção seria rastreá-lo via GPS e, então, seguir as coordenadas. Com tantas alternativas, claro, o amigo conseguiu recuperar o produto.

http://www.nominuto.com/vida/ciencia-e-tecnologia/steve-jobs-do-agreste-potiguar-tem-mais-de-50-produtos-apple/62199/

 
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